Deus está me preparando para um novo tempo...
Deus está me ensinando a viver pra ele, cada momento e a tribulação só produz em mim, paciencia e a solidão nunca vai me roubar a certeza da sua presença
Deus está me ensinando a viver...
Deus está me ensinando a sonhar...
Deus está me preparando para ver todas as promessas que eu vou conquistar...
Deus está me ensinando a obedecer
Deus está me ensinando a amar, e enquanto eu espero a minha benção...
Deus está me ensinando a adorar!!!
QUERO APRENDER COM DEUS A CADA DIA!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
CONTABILIDADE FINANCEIRA
Contabilidade Financeira é uma expressão técnica que sintetiza a aplicação da matéria contábil de conformidade com a proposta teórica e prática de origem anglo-americana (financial accounting) que surgiu em meados do século XX, e que em suma representa uma vertente da Contabilidade que a direciona para a gestão financeira do capital aplicado da entidade e cuida da elaboração das demonstrações financeiras mediante princípíos de contabilidade geralmente aceitos (GAAP's).
A contabilidade financeira daria sequência a corrente da Contabilidade administrativa, que já havia tido como embrião a chamada Contabilidade Departamental e a Análise e Consolidação de Balanços, técnicas desenvolvidas pelos primeiros gestores corporativos americanos. Essa corrente contraria a orientação científica dada pelos contabilistas europeus e principalmente italianos, naquilo que poderiamos denominar de Contabilidade Patrimonialista. Posteriormente, não satisfeitos em negar a teoria patrimonialista ou patrimonialismo, os teóricos americanos propuseram ainda o que foi inicialmente traduzido no Brasil por Contabilidade gerencial (do inglês Management Accounting), cujo objetivo era sair da rigidez dos principios contábeis geralmente aceitos (GAAP's), observância obrigatória da Contabilidade Financeira.
A contabilidade brasileira procurou incorporar inicialmente via legislação (lei 6.404/76), elementos tanto da escola financeira quanto da patrimonialista. Vide por exemplo o artigo 178, caput da citada legislação, que diz o seguinte:
"No balanço, as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem, e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise financeira da companhia".
Como se constata, há o direcionamento tanto para o patrimônio, quanto para objetivos financeiros. Dessa forma, a nosso ver ambas as expressões citadas (contabilidade financeira ou contabilidade patrimonialista) são imprecisas para representar o que seria a contabilidade empresarial brasileira e nunca deveriam ser consideradas como sinônimos. Contabilidade Geral ou Contabilidade Empresarial,seriam nesse caso as mais recomendáveis.
Alguns alegam que a Contabilidade Financeira na forma que é seguida pelos americanos, não se refere somente ao ramo da Contabilidade que trata do patrimônio financeiro (dinheiro), pois atualmente a Contabilidade Financeira se refere à Contabilidade voltada para os usuários externos à organização. Exatamente por se voltar para a sociedade, tal Contabilidade é estritamente regulada pela lei, na defesa dos interesses da sociedade. Mas essa evolução da Contabilidade Financeira em função de menor liberalismo e maior regulamentação, ocorreria depois de crises financeiras e econômicas nos Estados Unidos, como a de 1929; e escândalos contábeis como as fraudes em balanço verificadas na virada do milênio. Mas mesmo assim não houve uma convergência definitiva para a Contabilidade Patrimonial segundo a tradição da "Escola Latina", principalmente a Italiana (abordagem econômica) e o foco maior continua a abordagem financeira.
A contabilidade financeira daria sequência a corrente da Contabilidade administrativa, que já havia tido como embrião a chamada Contabilidade Departamental e a Análise e Consolidação de Balanços, técnicas desenvolvidas pelos primeiros gestores corporativos americanos. Essa corrente contraria a orientação científica dada pelos contabilistas europeus e principalmente italianos, naquilo que poderiamos denominar de Contabilidade Patrimonialista. Posteriormente, não satisfeitos em negar a teoria patrimonialista ou patrimonialismo, os teóricos americanos propuseram ainda o que foi inicialmente traduzido no Brasil por Contabilidade gerencial (do inglês Management Accounting), cujo objetivo era sair da rigidez dos principios contábeis geralmente aceitos (GAAP's), observância obrigatória da Contabilidade Financeira.
A contabilidade brasileira procurou incorporar inicialmente via legislação (lei 6.404/76), elementos tanto da escola financeira quanto da patrimonialista. Vide por exemplo o artigo 178, caput da citada legislação, que diz o seguinte:
"No balanço, as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem, e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise financeira da companhia".
Como se constata, há o direcionamento tanto para o patrimônio, quanto para objetivos financeiros. Dessa forma, a nosso ver ambas as expressões citadas (contabilidade financeira ou contabilidade patrimonialista) são imprecisas para representar o que seria a contabilidade empresarial brasileira e nunca deveriam ser consideradas como sinônimos. Contabilidade Geral ou Contabilidade Empresarial,seriam nesse caso as mais recomendáveis.
Alguns alegam que a Contabilidade Financeira na forma que é seguida pelos americanos, não se refere somente ao ramo da Contabilidade que trata do patrimônio financeiro (dinheiro), pois atualmente a Contabilidade Financeira se refere à Contabilidade voltada para os usuários externos à organização. Exatamente por se voltar para a sociedade, tal Contabilidade é estritamente regulada pela lei, na defesa dos interesses da sociedade. Mas essa evolução da Contabilidade Financeira em função de menor liberalismo e maior regulamentação, ocorreria depois de crises financeiras e econômicas nos Estados Unidos, como a de 1929; e escândalos contábeis como as fraudes em balanço verificadas na virada do milênio. Mas mesmo assim não houve uma convergência definitiva para a Contabilidade Patrimonial segundo a tradição da "Escola Latina", principalmente a Italiana (abordagem econômica) e o foco maior continua a abordagem financeira.
domingo, 22 de novembro de 2009
Princípios Contábeis
A contabilidade é uma ciência de caráter essencialmente prático.
Ao longo dos anos, diversos critérios foram desenvolvidos, diversas opções foram efetuadas, numa tentativa de normalizar e de se chegar a uma melhor forma de controlar o patrimônio de uma entidade.
Assim, os pr Vamos a eles:
1) Principio da Entidade
O principio da entidade faz referencia ao patrimônio que sera administrado, estudado, avaliado, constituindo-se em elemento autonomo em relação aos detentores do capital aplicado, nesse mesmo patrimônio e, como se diz com frequencia, o patrimônio dos sócios não se confunde com o da empresa (entidade).
É por este motivo que a receita federal solicita aos contribuintes duas declarações de renda: uma da pessoa fisica e outra da pessoa juridica.
2) Principio da Continuidade
Os procedimentos contabeis devem considerar a continuidade dos negócios da entidade, uma vez que esses negócios se renovam por meio de seu ciclo de operações e investimentos.
3) Principio da Oportunidade
A integridade dos registros é de fundamental importãncia para a anlise dos elementos patrimoniais, pois todos os fatos contabeis devem ser registrados, incluindo os das filiais, sucursais e demais dependencias de um a mesma entidade.
Este principio tem muito a ver com o da Tempestividade pois implica registrar os fatos contabeis quando eles acontecem.
4) Principio do Registro pelo Valor Original
Este principio reza que os elementos patrimoniais devem ser registrados pelo valor origianados nas transações com os agentes externos a entidade e em moeda corrente do País, não s elevando em conta os valores futuros de entradas ou de saidas.
Qualquer variação patrimonial devera ser reconhecida no momento d esua ocorrencia e não do momento da entrada dos elementos patrimoniais.
Quando as transações forem realizadas em moedas estrangeiras as mesmas deverão ser convertidas para a moeda corrente em nosso país para a efetivação de seu registyro contabil.
5) Principio da Atualização Monetária
Deverão ser reconhecidas as variações do poder aquisitivo da moeda nacional nos registros contabeis das entidades e por consequencia s nas demonstrações contabeis.
A legislação fiscal veio coibir esta atualização a partir de 01/01/1996 por meio do artigo 4 da lei 9249 de 26/12/1995.
" Fica vedado a utilização de qualquer sistema de correção monetária de demonstrações financeiras, inclusive para fisn societários".
A falta de aplicação do principio da atualização monetária traz uma perda na qualidade e utilidade das demonstrações contabeis, ainda que estando a inflação estavel.
Certamente os indices de rentabilidade em relação ao patrimonio liquido estarão irremediavelmente prejudicados.
A resolução do CFC 900/01 estabelece a aplicação deste principio quando a inflação acumulada no triênio atingir 100%, indice este calculado com base no IGPM - Indice Geral de preços do Mercado.
Esta resolução também determina que o IGPM sera usado compulsóriamente e devera se amplamente divulgado nas demonstrações contábeis.
6) Principio da Competência
Por este principio entende-se que as receitas e as despesas devem ser consideradas para a apuração do resultado do periodo a que se referirem e no momento de sua ocorrencia.
Não importa momento que a receita foi recebida ou o momento em que a despesa foi paga.
Para a determinação do resultado do periodo a realização da receita deve ser reconhecida quando bens ou serviços são transferidos a terceiros.
As despesas devem ser registradas dentro do periodo e quando são consumidas.
É muito comum a aplicação do regime de caixa e não o principio de competencia em entidades.
Pelo regime de caixa interessa somente o momento do recebimento da receita ( entrada de dinheiro) e do pagamento da despesa (saida de dinheiro).
Este tipo de regime é muito aplicado em entidades com finalidades ideiais tais como: associações de caridade, religiosas,clubes e em empresas que são dispensadas da escrituração contabil e comercial.
As microempresas por serem dispensadas de escrituração para fins fiscais pela receita federal, é comum os contabilistas usarem este regime para escrituração.
Entretanto mesmo que por facilidade deverão observar os principios fundamentais da contabilidade e, entre estes o principio da competencia, não efeutando os registros contabeis em bases de regime de caixa.
7) Principio da Prudência
O principio da prudencia deve ser observado quando surgirem duvidas sobre a correção dos valores a serem registrados.
Devemos reconhecer o menor valor para o ativo e o maior valor para o passivo.
incípios são a exteriorização de critérios aceitos pela maioria dos contadores.
Ao longo dos anos, diversos critérios foram desenvolvidos, diversas opções foram efetuadas, numa tentativa de normalizar e de se chegar a uma melhor forma de controlar o patrimônio de uma entidade.
Assim, os pr Vamos a eles:
1) Principio da Entidade
O principio da entidade faz referencia ao patrimônio que sera administrado, estudado, avaliado, constituindo-se em elemento autonomo em relação aos detentores do capital aplicado, nesse mesmo patrimônio e, como se diz com frequencia, o patrimônio dos sócios não se confunde com o da empresa (entidade).
É por este motivo que a receita federal solicita aos contribuintes duas declarações de renda: uma da pessoa fisica e outra da pessoa juridica.
2) Principio da Continuidade
Os procedimentos contabeis devem considerar a continuidade dos negócios da entidade, uma vez que esses negócios se renovam por meio de seu ciclo de operações e investimentos.
3) Principio da Oportunidade
A integridade dos registros é de fundamental importãncia para a anlise dos elementos patrimoniais, pois todos os fatos contabeis devem ser registrados, incluindo os das filiais, sucursais e demais dependencias de um a mesma entidade.
Este principio tem muito a ver com o da Tempestividade pois implica registrar os fatos contabeis quando eles acontecem.
4) Principio do Registro pelo Valor Original
Este principio reza que os elementos patrimoniais devem ser registrados pelo valor origianados nas transações com os agentes externos a entidade e em moeda corrente do País, não s elevando em conta os valores futuros de entradas ou de saidas.
Qualquer variação patrimonial devera ser reconhecida no momento d esua ocorrencia e não do momento da entrada dos elementos patrimoniais.
Quando as transações forem realizadas em moedas estrangeiras as mesmas deverão ser convertidas para a moeda corrente em nosso país para a efetivação de seu registyro contabil.
5) Principio da Atualização Monetária
Deverão ser reconhecidas as variações do poder aquisitivo da moeda nacional nos registros contabeis das entidades e por consequencia s nas demonstrações contabeis.
A legislação fiscal veio coibir esta atualização a partir de 01/01/1996 por meio do artigo 4 da lei 9249 de 26/12/1995.
" Fica vedado a utilização de qualquer sistema de correção monetária de demonstrações financeiras, inclusive para fisn societários".
A falta de aplicação do principio da atualização monetária traz uma perda na qualidade e utilidade das demonstrações contabeis, ainda que estando a inflação estavel.
Certamente os indices de rentabilidade em relação ao patrimonio liquido estarão irremediavelmente prejudicados.
A resolução do CFC 900/01 estabelece a aplicação deste principio quando a inflação acumulada no triênio atingir 100%, indice este calculado com base no IGPM - Indice Geral de preços do Mercado.
Esta resolução também determina que o IGPM sera usado compulsóriamente e devera se amplamente divulgado nas demonstrações contábeis.
6) Principio da Competência
Por este principio entende-se que as receitas e as despesas devem ser consideradas para a apuração do resultado do periodo a que se referirem e no momento de sua ocorrencia.
Não importa momento que a receita foi recebida ou o momento em que a despesa foi paga.
Para a determinação do resultado do periodo a realização da receita deve ser reconhecida quando bens ou serviços são transferidos a terceiros.
As despesas devem ser registradas dentro do periodo e quando são consumidas.
É muito comum a aplicação do regime de caixa e não o principio de competencia em entidades.
Pelo regime de caixa interessa somente o momento do recebimento da receita ( entrada de dinheiro) e do pagamento da despesa (saida de dinheiro).
Este tipo de regime é muito aplicado em entidades com finalidades ideiais tais como: associações de caridade, religiosas,clubes e em empresas que são dispensadas da escrituração contabil e comercial.
As microempresas por serem dispensadas de escrituração para fins fiscais pela receita federal, é comum os contabilistas usarem este regime para escrituração.
Entretanto mesmo que por facilidade deverão observar os principios fundamentais da contabilidade e, entre estes o principio da competencia, não efeutando os registros contabeis em bases de regime de caixa.
7) Principio da Prudência
O principio da prudencia deve ser observado quando surgirem duvidas sobre a correção dos valores a serem registrados.
Devemos reconhecer o menor valor para o ativo e o maior valor para o passivo.
incípios são a exteriorização de critérios aceitos pela maioria dos contadores.
A CONTABILIDADE NO BRASIL
Origem e Evolução
Da mesma forma como no resto do mundo, no Brasil a contabilidade nasceu com a necessidade de controles e evolução tecnológica. No início fomos influenciados pela Escola Italiana, deixando diversos autores que até hoje em dia tem sido fonte de pesquisas.
Influências na Evolução
Um dos pontos marcantes na evolução da Contabilidade Brasileira foi a de que os órgãos representativos da classe não eram fortes e não exercia influência em decisões do governo com relação a questões de seus interesses, desta forma ficamos destinados a atender ao fisco, ou seja, ao próprio governo.
Recentemente tivemos acontecimentos que marcaram profundamente a Contabilidade em nosso país, trazendo embasamento e fundamentos para seguirmos em frente, com a implantação da nova Lei das S.A. por parte do governo e a publicação de Normas Brasileiras de Contabilidade, com diversas resoluções e dentre elas podemos destacar a resolução 750/93 que trata sobre os Princípios Fundamentais da Contábil.
Estágio Atual da Contabilidade no Brasil
Sérgio de IUDÍCIBUS (1995:35) destaca: "A Legislação Comercial, que até a antiga Lei da Sociedade por Ações, era de inspiração européia (com traços marcantes brasileiros na classificação dos balanços das S.A.), passa a adotar uma filosofia nitidamente norte-americana”.
Atualmente em nosso país temos seguido tendências Norte-americanas, voltadas para a investigação científica, produzindo trabalhos e artigos de alto valor para a Contabilidade Brasileira.
Voltados também para as perspectivas da Contabilidade no meio de um mundo globalizado onde a necessidade é de controle e informações úteis e em tempo real.
Da mesma forma como no resto do mundo, no Brasil a contabilidade nasceu com a necessidade de controles e evolução tecnológica. No início fomos influenciados pela Escola Italiana, deixando diversos autores que até hoje em dia tem sido fonte de pesquisas.
Influências na Evolução
Um dos pontos marcantes na evolução da Contabilidade Brasileira foi a de que os órgãos representativos da classe não eram fortes e não exercia influência em decisões do governo com relação a questões de seus interesses, desta forma ficamos destinados a atender ao fisco, ou seja, ao próprio governo.
Recentemente tivemos acontecimentos que marcaram profundamente a Contabilidade em nosso país, trazendo embasamento e fundamentos para seguirmos em frente, com a implantação da nova Lei das S.A. por parte do governo e a publicação de Normas Brasileiras de Contabilidade, com diversas resoluções e dentre elas podemos destacar a resolução 750/93 que trata sobre os Princípios Fundamentais da Contábil.
Estágio Atual da Contabilidade no Brasil
Sérgio de IUDÍCIBUS (1995:35) destaca: "A Legislação Comercial, que até a antiga Lei da Sociedade por Ações, era de inspiração européia (com traços marcantes brasileiros na classificação dos balanços das S.A.), passa a adotar uma filosofia nitidamente norte-americana”.
Atualmente em nosso país temos seguido tendências Norte-americanas, voltadas para a investigação científica, produzindo trabalhos e artigos de alto valor para a Contabilidade Brasileira.
Voltados também para as perspectivas da Contabilidade no meio de um mundo globalizado onde a necessidade é de controle e informações úteis e em tempo real.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Auditoria Interna
ORIGEM DA AUDITORIA INTERNA
A partir do surgimento de empresas formalmente constituídas, os auditores deixam de ser públicos para atender às necessidades de suas organizações.
Esses auditores internos tinham, inicialmente, a responsabilidade quase exclusiva de revisar e conferir valores e documentos, como extensão da função dos auditores públicos.
Com a evolução das práticas comerciais e da inter-relação entre as entidades, a administração passa a necessitar de alguém que lhe afirme que os controles e as rotinas de trabalho estão sendo habilmente executados e que os dados contábeis merecem confiança, por espelharem a realidade econômica e financeira da empresa.
Neste contexto a Auditoria Interna assume importância, para desempenhar os papéis de revisar seu próprio trabalho, que nem sempre é tarefa simples e auxiliar a controladoria na conscientização das áreas quanto a uma visão integrada de todo o processo empresarial.
A partir do surgimento de empresas formalmente constituídas, os auditores deixam de ser públicos para atender às necessidades de suas organizações.
Esses auditores internos tinham, inicialmente, a responsabilidade quase exclusiva de revisar e conferir valores e documentos, como extensão da função dos auditores públicos.
Com a evolução das práticas comerciais e da inter-relação entre as entidades, a administração passa a necessitar de alguém que lhe afirme que os controles e as rotinas de trabalho estão sendo habilmente executados e que os dados contábeis merecem confiança, por espelharem a realidade econômica e financeira da empresa.
Neste contexto a Auditoria Interna assume importância, para desempenhar os papéis de revisar seu próprio trabalho, que nem sempre é tarefa simples e auxiliar a controladoria na conscientização das áreas quanto a uma visão integrada de todo o processo empresarial.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Deus cuida de mim
Eu preciso aprender um pouco aqui
Eu preciso aprender um pouco ali
Eu preciso aprender mais de Deus
Porque Ele é quem cuida de mim.
Se uma porta se fecha aqui
Outras portas se abrem ali
Eu preciso aprender mais de Deus
Porque Ele é quem cuida de mim
Deus cuida de mim.
Deus cuida de mim na sombra das
suas asas
Deus cuida de mim, eu amo a sua casa
E não ando sozinho não estou sozinho,
Pois sei: Deus cuida de mim.
Se na vida não tem direção É preciso tomar decisão
Eu sei que existe alguém que me ama.
Ele quer me dar a mão.
Se uma porta se fecha aqui
Outras portas se abrem ali
Eu preciso aprender mais de Deus
Porque Ele é quem cuida de mim
Deus cuida de mim
Deus cuida de mim na sombra das suas asas
Deus cuida de mim, eu amo a sua casa
E não ando sozinho não estou sozinho,
Pois sei: Deus cuida de mim
Eu preciso aprender um pouco ali
Eu preciso aprender mais de Deus
Porque Ele é quem cuida de mim.
Se uma porta se fecha aqui
Outras portas se abrem ali
Eu preciso aprender mais de Deus
Porque Ele é quem cuida de mim
Deus cuida de mim.
Deus cuida de mim na sombra das
suas asas
Deus cuida de mim, eu amo a sua casa
E não ando sozinho não estou sozinho,
Pois sei: Deus cuida de mim.
Se na vida não tem direção É preciso tomar decisão
Eu sei que existe alguém que me ama.
Ele quer me dar a mão.
Se uma porta se fecha aqui
Outras portas se abrem ali
Eu preciso aprender mais de Deus
Porque Ele é quem cuida de mim
Deus cuida de mim
Deus cuida de mim na sombra das suas asas
Deus cuida de mim, eu amo a sua casa
E não ando sozinho não estou sozinho,
Pois sei: Deus cuida de mim
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
A oração do contador
A oração do Contador !!!
"Sistema Contábil que estais no computador
carregado seja o vosso programa
venha a vós o vosso balancete
seja gerada a ficha de lançamento
assim no diário como no razão
a contrapartida nossa de cada dia nos daí hoje
perdoai os nossos estornos
assim como nós perdoamos quando há diferenças
não nos deixar cair em auditoria
e livrai-nos da fiscalização
Amém...!”
"Sistema Contábil que estais no computador
carregado seja o vosso programa
venha a vós o vosso balancete
seja gerada a ficha de lançamento
assim no diário como no razão
a contrapartida nossa de cada dia nos daí hoje
perdoai os nossos estornos
assim como nós perdoamos quando há diferenças
não nos deixar cair em auditoria
e livrai-nos da fiscalização
Amém...!”
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Trabalho de Português/ Texto sobre Contabilidade
A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA CONTABILIDADE
Paulo Henrique Teixeira
Muitas são as formas em que as empresas, seus sócios e administradores podem ser condenados por leis comerciais, civis e penais pelo fato de não manter em ordem sua Contabilidade.
Seja pelo motivo de não levar a sério a documentação relativa à transação operacional, fazer negócios fora do objeto social, misturar ou confundir bens particulares do sócio e da empresa, cometer desvios, ou até mesmo, efetuar contratação de um profissional despreparado.
A Contabilidade é a alma da empresa, nela ficam registrados todos os atos e fatos. Se os atos do administrador são corretos: documentação adequada, transações negociais dentro do objeto da empresa, o reflexo é imediato: a Contabilidade é transparente. Caso contrário pode ser utilizada para incriminar a empresa, sócios, administradores e contador que foram relapsos e desleixados.
No Brasil, principalmente nas médias e pequenas empresas, há o vício dos administradores não se preocuparem com a Contabilidade: “a Contabilidade é que se vire”. Essa atitude custa caro: crime fiscal, indisponibilidade dos bens dos sócios e administradores, pesadas multas, tributos, ingerência, concordata, falência, etc.
É mister aos empresários e contadores conhecerem a definição de crimes, fraudes, dolos, erros, simulações, arbitramentos fiscais, distribuição de lucros, responsabilidade; meios e privilégios de manter a escrita contábil saudável, como prova a favor da empresa nos mais variados embates em que estão sujeitos.
Assim, também, um enfoque da importância da Auditoria como complemento da Contabilidade nas suas mais variadas áreas.
CONCILIAÇÃO CONTÁBIL – CONTABILIDADE SEM INCORREÇÕES PARA EVITAR FRAUDES
Não basta que o Contador apenas evite os procedimentos viciosos para não se configurar fraude. Deverá, também, manter em ordem a Contabilidade da empresa e para isso deverá conciliar a Contabilidade com os documentos e os diversos relatórios dos demais setores que dão suporte aos lançamentos contábeis, bem assim elaborar planilhas, relatórios e composição dos saldos da contas contábeis, isto é, planilhas auxiliares que comprovem a correção dos saldos existentes na contabilidade.
Exemplo: Planilha de empréstimos bancários com os respectivos juros e atualizações, os quais estão em conformidade com a Contabilidade. O objetivo é que as Demonstrações Contábeis espelhem a realidade da empresa dentro dos Princípios, Convenções e Postulados Contábeis (Resolução CFC nº 750 de 29 de dezembro de 1993).
O Contabilista, por sua vez, deve ter ciência dos saldos existentes no Balancete ou no Balanço Patrimonial.
Como vimos, a certeza de que os saldos contábeis estão corretos está na empresa e quanto mais houver o confronto dos relatórios de cada setor com a Contabilidade, maior será a precisão das informações contidas no Balanço Contábil da empresa.
Dessa forma, podemos dizer que a Contabilidade espelha realidade da empresa desobrigando os sócios, os administradores e o próprio contador de responderem com seus bens pessoais em questionamentos tributários, civis, comerciais, penais e criminais, provando que os mesmos não agiram de forma enganosa, lesiva ou com abuso de poderes perante terceiros.
Paulo Henrique Teixeira é Contabilista e autor de diversas obras tributárias e contábeis, entre as quais: Blindagem Contábil e Fiscal, Defesa do Contribuinte, Manual de Auditoria Tributária , Auditoria Contábil e Gestão Tributária Empresarial.
A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA CONTABILIDADE
Paulo Henrique Teixeira
Muitas são as formas em que as empresas, seus sócios e administradores podem ser condenados por leis comerciais, civis e penais pelo fato de não manter em ordem sua Contabilidade.
Seja pelo motivo de não levar a sério a documentação relativa à transação operacional, fazer negócios fora do objeto social, misturar ou confundir bens particulares do sócio e da empresa, cometer desvios, ou até mesmo, efetuar contratação de um profissional despreparado.
A Contabilidade é a alma da empresa, nela ficam registrados todos os atos e fatos. Se os atos do administrador são corretos: documentação adequada, transações negociais dentro do objeto da empresa, o reflexo é imediato: a Contabilidade é transparente. Caso contrário pode ser utilizada para incriminar a empresa, sócios, administradores e contador que foram relapsos e desleixados.
No Brasil, principalmente nas médias e pequenas empresas, há o vício dos administradores não se preocuparem com a Contabilidade: “a Contabilidade é que se vire”. Essa atitude custa caro: crime fiscal, indisponibilidade dos bens dos sócios e administradores, pesadas multas, tributos, ingerência, concordata, falência, etc.
É mister aos empresários e contadores conhecerem a definição de crimes, fraudes, dolos, erros, simulações, arbitramentos fiscais, distribuição de lucros, responsabilidade; meios e privilégios de manter a escrita contábil saudável, como prova a favor da empresa nos mais variados embates em que estão sujeitos.
Assim, também, um enfoque da importância da Auditoria como complemento da Contabilidade nas suas mais variadas áreas.
CONCILIAÇÃO CONTÁBIL – CONTABILIDADE SEM INCORREÇÕES PARA EVITAR FRAUDES
Não basta que o Contador apenas evite os procedimentos viciosos para não se configurar fraude. Deverá, também, manter em ordem a Contabilidade da empresa e para isso deverá conciliar a Contabilidade com os documentos e os diversos relatórios dos demais setores que dão suporte aos lançamentos contábeis, bem assim elaborar planilhas, relatórios e composição dos saldos da contas contábeis, isto é, planilhas auxiliares que comprovem a correção dos saldos existentes na contabilidade.
Exemplo: Planilha de empréstimos bancários com os respectivos juros e atualizações, os quais estão em conformidade com a Contabilidade. O objetivo é que as Demonstrações Contábeis espelhem a realidade da empresa dentro dos Princípios, Convenções e Postulados Contábeis (Resolução CFC nº 750 de 29 de dezembro de 1993).
O Contabilista, por sua vez, deve ter ciência dos saldos existentes no Balancete ou no Balanço Patrimonial.
Como vimos, a certeza de que os saldos contábeis estão corretos está na empresa e quanto mais houver o confronto dos relatórios de cada setor com a Contabilidade, maior será a precisão das informações contidas no Balanço Contábil da empresa.
Dessa forma, podemos dizer que a Contabilidade espelha realidade da empresa desobrigando os sócios, os administradores e o próprio contador de responderem com seus bens pessoais em questionamentos tributários, civis, comerciais, penais e criminais, provando que os mesmos não agiram de forma enganosa, lesiva ou com abuso de poderes perante terceiros.
Paulo Henrique Teixeira é Contabilista e autor de diversas obras tributárias e contábeis, entre as quais: Blindagem Contábil e Fiscal, Defesa do Contribuinte, Manual de Auditoria Tributária , Auditoria Contábil e Gestão Tributária Empresarial.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Trabalho de Português Instrumental
Texto Avaliativo sobre um dos temas do ENADE
TEMA: Inclusão e Exclusão Digital
DELIMITAÇÃO: O celular como forma de Inclusão e Exclusão digital
SITUAÇÃO PROBLEMA: Porque ter celular não significa estar incluído digitalmente?
TESE: - Porque muitas pessoas usam o celular apenas para ligações e mensagens;
-Porque as taxas cobradas para o uso da Internet são inviáveis;
-Porque a preferência das pessoas é acessar a Internet pelo computador.
Texto:
Aparelho celular: Inclusão ou Exclusão Digital?
A Inclusão ou Exclusão digital tem sido o assunto de muitos encontros e debates. A Inclusão digital engloba as pessoas com acesso à computadores, Internet e etc. Quem não possui esse acesso está automaticamente excluído do mundo digital. A possibilidade de acesso a Internet por meio do celular, seria uma ótima forma de Inclusão digital, se em contrapartida não existissem os seguintes fatos: Muitos utilizam o celular apenas para o necessário; o acesso à Internet envolve taxas a serem pagas e as pessoas ainda preferem utilizar o computador como forma de acesso.
A utilização do aparelho celular cresceu muito nos últimos tempos. No Brasil, cerca de 154 milhões de pessoas possuem o aparelho, em virtude de sua comodidade, porém, devemos considerar que o interesse de grande parte dos usuários está em utilizá-lo para voz e mensagem de texto, sendo poucas as pessoas que utilizam serviços de valor adicionado, como acesso à web.
Outra razão pela qual podemos dizer que o celular não é um mediador da Inclusão digital, é que 82% das pessoas são usuárias do serviço pré-pago, e dessas, muitas utilizam o celular apenas para receber ligações. Estima-se que com a invenção de novas tecnologias, o acesso pelo celular aumente, mas, o preço dessas tecnologias ainda é muito caro e inacessível à maioria dos brasileiros. Usuários de linhas pré-pagas dificilmente navegarão da rede através do aparelho celular, grande parte dos usuários acaba sendo excluídos, e o próprio mercado contribui para isso produzindo conteúdo e distribuindo de forma exclusiva.
Além do mais, existem pessoas que preferem utilizar o computador para navegar. A Internet ganhou usuários e tornou-se popular graças à redução dos custos dos computadores e o surgimento de Lan Houses, que levou o acesso a pessoas e lugares com poucos recursos. Uma pessoa que pode acessar ou comprar um computador com facilidade, não vai querer pagar para ter Internet no celular.
Em virtude dos fatos mencionados, podemos concluir que o celular, apesar dos avanços, acaba não sendo um fator de inclusão digital, porque as pessoas o utilizam para o necessário; o custo para ter Internet no celular acaba sendo inacessível, e o uso do computador apresenta uma facilidade de acesso maior. Se as operadoras quiserem que o celular esteja agregado à inclusão digital, é preciso planos mais baratos e pacotes mais acessíveis, talvez assim, o acesso à Internet por meio do celular cresça, já que ele faz parte do contexto da vida de muitas pessoas.
Texto Avaliativo sobre um dos temas do ENADE
TEMA: Inclusão e Exclusão Digital
DELIMITAÇÃO: O celular como forma de Inclusão e Exclusão digital
SITUAÇÃO PROBLEMA: Porque ter celular não significa estar incluído digitalmente?
TESE: - Porque muitas pessoas usam o celular apenas para ligações e mensagens;
-Porque as taxas cobradas para o uso da Internet são inviáveis;
-Porque a preferência das pessoas é acessar a Internet pelo computador.
Texto:
Aparelho celular: Inclusão ou Exclusão Digital?
A Inclusão ou Exclusão digital tem sido o assunto de muitos encontros e debates. A Inclusão digital engloba as pessoas com acesso à computadores, Internet e etc. Quem não possui esse acesso está automaticamente excluído do mundo digital. A possibilidade de acesso a Internet por meio do celular, seria uma ótima forma de Inclusão digital, se em contrapartida não existissem os seguintes fatos: Muitos utilizam o celular apenas para o necessário; o acesso à Internet envolve taxas a serem pagas e as pessoas ainda preferem utilizar o computador como forma de acesso.
A utilização do aparelho celular cresceu muito nos últimos tempos. No Brasil, cerca de 154 milhões de pessoas possuem o aparelho, em virtude de sua comodidade, porém, devemos considerar que o interesse de grande parte dos usuários está em utilizá-lo para voz e mensagem de texto, sendo poucas as pessoas que utilizam serviços de valor adicionado, como acesso à web.
Outra razão pela qual podemos dizer que o celular não é um mediador da Inclusão digital, é que 82% das pessoas são usuárias do serviço pré-pago, e dessas, muitas utilizam o celular apenas para receber ligações. Estima-se que com a invenção de novas tecnologias, o acesso pelo celular aumente, mas, o preço dessas tecnologias ainda é muito caro e inacessível à maioria dos brasileiros. Usuários de linhas pré-pagas dificilmente navegarão da rede através do aparelho celular, grande parte dos usuários acaba sendo excluídos, e o próprio mercado contribui para isso produzindo conteúdo e distribuindo de forma exclusiva.
Além do mais, existem pessoas que preferem utilizar o computador para navegar. A Internet ganhou usuários e tornou-se popular graças à redução dos custos dos computadores e o surgimento de Lan Houses, que levou o acesso a pessoas e lugares com poucos recursos. Uma pessoa que pode acessar ou comprar um computador com facilidade, não vai querer pagar para ter Internet no celular.
Em virtude dos fatos mencionados, podemos concluir que o celular, apesar dos avanços, acaba não sendo um fator de inclusão digital, porque as pessoas o utilizam para o necessário; o custo para ter Internet no celular acaba sendo inacessível, e o uso do computador apresenta uma facilidade de acesso maior. Se as operadoras quiserem que o celular esteja agregado à inclusão digital, é preciso planos mais baratos e pacotes mais acessíveis, talvez assim, o acesso à Internet por meio do celular cresça, já que ele faz parte do contexto da vida de muitas pessoas.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Cartaz sobre a gripe Suína
Gripe Suína, a melhor forma de combate é a prevenção,então......Previna-se!!!
- Lave as mãos com sabonete,esfregando entre os dedos,para a retirada das impurezas;
- Evite locais fechados;
- Evite a aglomeração de pessoas;
- Não compartilhe objetos pessoais tais como:escova de dente e escova de cabelo;
- Fortaleça seu sistema imunológico com uma alimentação saudável e balanceada,composta de muita fruta,legumes,verduras e liquidos.
Imformativo sobre a gripe Suína
Comunicado aos funcionários,
Queremos alertá-los à respeito da ação do vírus H1N1, sua transmissão ocorre por meio de partículas de saliva, ou secreção nasal,os sintomas aparecem quatro ou cinco dias após à infecção.São eles:febre alta e repentina,tosse,irritação nos olhos, coriza,dor de cabeça e no corpo.Sendo detectado os sintomas, procure um médico o mais rápido possível.
Atenciosamente,
a Direção
Queremos alertá-los à respeito da ação do vírus H1N1, sua transmissão ocorre por meio de partículas de saliva, ou secreção nasal,os sintomas aparecem quatro ou cinco dias após à infecção.São eles:febre alta e repentina,tosse,irritação nos olhos, coriza,dor de cabeça e no corpo.Sendo detectado os sintomas, procure um médico o mais rápido possível.
Atenciosamente,
a Direção
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